{"id":59455,"date":"2024-08-16T16:36:03","date_gmt":"2024-08-16T19:36:03","guid":{"rendered":"https:\/\/lacteus.com.br\/v5\/?p=59455"},"modified":"2024-08-27T16:39:21","modified_gmt":"2024-08-27T19:39:21","slug":"leite-no-brasil-2019-2022-nordeste-cresce","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/lacteus.com.br\/v5\/2024\/08\/leite-no-brasil-2019-2022-nordeste-cresce\/","title":{"rendered":"Leite no Brasil \u2013 2019\/ 2022 \u2013 Nordeste cresce"},"content":{"rendered":"\n<p><em>O Nordeste vem, ao longo de d\u00e9cadas, apresentando tend\u00eancia crescente de desenvolvimento de sua produ\u00e7\u00e3o<\/em><\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:12px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>Analisando as estat\u00edsticas dos principais indicadores da produ\u00e7\u00e3o de leite, da produtividade dos rebanhos segundo dados dispon\u00edveis nas estat\u00edsticas IBGE-PPM, observa-se que as regi\u00f5es maiores produtoras, sul, sudeste e centro-oeste, entre 2019 e 2022, est\u00e3o estagnadas, seja na produ\u00e7\u00e3o ou produtividade e tem diminui\u00e7\u00e3o de seus rebanhos, varia\u00e7\u00f5es que oscilam entre -1% a 1%, m\u00e1ximo.<\/p>\n\n\n\n<p>Indicadores Brasil&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;2019 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; 2022<\/p>\n\n\n\n<p>Prod. Leite (mil LT) &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; 34.871.669&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; 34.609.218<\/p>\n\n\n\n<p>Vacas Ordenhadas (mil)&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;16.291.727&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;15.740.153<\/p>\n\n\n\n<p>Produtividade Vacas\/ano (mil)&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; 2.140&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; 2.199<\/p>\n\n\n\n<p>Valor da Produ\u00e7\u00e3o (milR$) &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;42.141.581 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;80.043.813&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Quanto ao valor da produ\u00e7\u00e3o, segundo a metodologia do IBGE, os pre\u00e7os pagos aos produtores devem ser obtidos junto aos produtores, cooperativas, associa\u00e7\u00f5es, sindicatos rurais, mercados municipais, feiras, entrepostos comerciais e agroind\u00fastrias. Assim, tomando a produ\u00e7\u00e3o e valor da produ\u00e7\u00e3o em cada um dos anos temos que em 2019 o produtor recebia R$1.20 o litro e 2,31 em 2022, quando a produ\u00e7\u00e3o diminu\u00eda o pre\u00e7o aumentava. (Para mais detalhes, acesse os<a href=\"https:\/\/new.terraviva.com.br\/pesquisa-da-pecuaria-municipal\/\">&nbsp;gr\u00e1ficos do site Terra Viva.<\/a>)<\/p>\n\n\n\n<p>As estat\u00edsticas mais recentes ainda n\u00e3o relevam um painel exato do n\u00famero de produtores na atividade e mais ainda em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s causas dessa sa\u00edda, n\u00e3o se pode generalizar as raz\u00f5es, mas dados dos latic\u00ednios demonstram que a cada dia h\u00e1 menos produtores dispostos a continuar a produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Tamb\u00e9m se observa que se segue o ritmo da aptid\u00e3o das terras, do clima regional e das condi\u00e7\u00f5es culturais e financeiras do produtor, fatores que definem sua migra\u00e7\u00e3o para os sistemas de produ\u00e7\u00e3o, quais: carne, gr\u00e3os, ou mesmo arrendamento das terras e outros.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas certamente, pandemia e guerras alteram e explicam as origens dos impactos negativos sobre as matrizes de custos correntes da produ\u00e7\u00e3o leiteira e, sobretudo, na renda dos consumidores devido a desemprego e renda menor que alteraram a rela\u00e7\u00e3o de consumo das fam\u00edlias, visando compatibilizar a uma renda familiar menor.<\/p>\n\n\n\n<p>Mesmo com certo n\u00edvel de retomada da economia, da renda e emprego, ainda assim o consumo das popula\u00e7\u00f5es ainda ressente das crises globais que deixaram marcas mais profundas do que se acredita e junto com as crises e facilidades criadas pela evolu\u00e7\u00e3o da comunica\u00e7\u00e3o, se de um lado ajudam as pessoas encontrarem outras formas de trabalho, entre elas a uberiza\u00e7\u00e3o, mas a custa de precariedade e incertezas.<\/p>\n\n\n\n<p>Pa\u00edses com melhores performance produtiva e ainda com subs\u00eddios encontraram uma grande oportunidade para colocar seus produtos no Brasil, com vista a atender demanda por menores pre\u00e7os. Pa\u00eds que se desponta como grande oportunidade porque sua popula\u00e7\u00e3o est\u00e1 \u00e1vida para consumir produtos que se encaixam em seus n\u00edveis de renda. Os produtores precisam rapidamente elevar sua produtividade para competirem.<\/p>\n\n\n\n<p>O Estado tem de atuar disponibilizando todas as ferramentas protecionistas poss\u00edveis por um lado e por outro, disponibilizar est\u00edmulos urgentes aos sistemas produtivos para que possam fazer crescer a sua competividade e a\u00ed significa promover pol\u00edticas p\u00fablicas inclusivas atrav\u00e9s de medidas que visem melhorar as infraestruturas de estradas, energ\u00e9ticas de qualidade, assist\u00eancia t\u00e9cnica estruturada e focada na produtividade, pesquisas em desenvolvimento de produtos, maior volume de cr\u00e9dito para financiamento com prazos mais pr\u00f3ximos aos existentes nas economias onde a cadeia l\u00e1ctea \u00e9 mais desenvolvida. Portanto, \u00e9 tempo de discutir medidas estruturantes para a cadeia l\u00e1ctea como um todo.<\/p>\n\n\n\n<p>Grande parte das importa\u00e7\u00f5es s\u00e3o provenientes do Mercosul cuja al\u00edquota de importa\u00e7\u00e3o \u00e9 zero. Sendo que at\u00e9 a poucos anos o Brasil importava cerca de at\u00e9 no m\u00e1ximo 5% de sua produ\u00e7\u00e3o e a partir de 2022 passa importar quase 15%, se considerar leite em p\u00f3 e queijo mozarela. Claro, os subs\u00eddios diretos que possam ser comprovados a sua exist\u00eancia precisam ser submetidos a investiga\u00e7\u00e3o. Mas, certamente medidas esdr\u00faxulas visando a inibi\u00e7\u00e3o de importa\u00e7\u00f5es pelos latic\u00ednios sem que se tome medidas id\u00eanticas em rela\u00e7\u00e3o ao Varejo que importa diretamente ou atrav\u00e9s das diversas trades Argentinas e Uruguaias, certamente \u00e9 uma puni\u00e7\u00e3o que n\u00e3o resolvem as problem\u00e1ticas estruturais. Em parte, se resolve com medidas antiduping, mas n\u00e3o poderia ser somente sobre o leite em p\u00f3, visto que a quantidade de queijos mozarela importada \u00e9 relevante e impacta negativamente por toda a cadeia l\u00e1ctea nacional.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 importante que as autoridades tenham a consci\u00eancia que n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 os produtores de leite que ressentem pelas enormes importa\u00e7\u00f5es, mas as pequenas, m\u00e9dias e grandes empresas tamb\u00e9m porque de repente s\u00e3o alijadas de seu pr\u00f3prio mercado interno, devido aos baixos pre\u00e7os do leite em p\u00f3 e queijos importados do Mercosul.<\/p>\n\n\n\n<p>Resta ao setor fazer grandes a\u00e7\u00f5es, primeiro ter um projeto de curto, m\u00e9dio e longo prazo estruturante para a pecu\u00e1ria leiteira, onde se defina o que a iniciativa privada precisa fazer e quais as a\u00e7\u00f5es governamentais de apoio \u00e0 cadeia l\u00e1ctea s\u00e3o necess\u00e1rias.<\/p>\n\n\n\n<p>O Nordeste, a evolu\u00e7\u00e3o dos indicadores produ\u00e7\u00e3o, tamanho do rebanho, produtividade, valor da produ\u00e7\u00e3o ainda que assentadas sobre bases relativamente menores que os das 3 maiores regi\u00f5es produtoras brasileira, vem ao longo de d\u00e9cadas apresentando tend\u00eancia crescente de desenvolvimento de sua produ\u00e7\u00e3o, uma regi\u00e3o que desde 1974 at\u00e9 2022, tem uma tend\u00eancia de aumento de produ\u00e7\u00e3o, ainda que com solu\u00e7os, que normalmente s\u00e3o reflexos da severidade das crises h\u00eddricas que pairam sobre a maior parte das bacias leiteiras que se encontram sobretudo nas regi\u00f5es sertanejas \u00e1ridas e semi\u00e1ridas.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas, como se observa nos gr\u00e1ficos \u2013 Navegue no Terra Viva \u2013 por volta de 2013, quando inicia um ciclo de diminui\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o acentuado, por\u00e9m, enquanto todos as demais regi\u00f5es entra em estagna\u00e7\u00e3o de sua produ\u00e7\u00e3o o Nordeste reage, diminui o n\u00famero de rebanho leiteiro, eleva a produtividade do rebanho e sua produ\u00e7\u00e3o mesmo com um solu\u00e7o, a partir de 2019 cresce e com melhores condi\u00e7\u00f5es produtivas.<\/p>\n\n\n\n<p>Os pre\u00e7os dos insumos, sobretudo dos gr\u00e3os s\u00e3o mais custosos porque a regi\u00e3o \u00e9 importadora, s\u00e3o crescentes e constituem uma das maiores amea\u00e7as \u00e0 pequena produtividade que se inicia e forma um ciclo promissor. Mas onde tem \u00e1gua, visto o calor intenso, as gram\u00edneas, quaisquer que sejam, produzem com fartura, modificam muito a paisagem nas beiradas dos canais e at\u00e9 mesmo represas que atravessam o Nordeste levando a preciosidade da \u00e1gua do Rio S\u00e3o Francisco.<\/p>\n\n\n\n<p>A maior regi\u00e3o produtora do Nordeste \u00e9 o Sert\u00e3o. Tem m\u00e3o de obra familiar abundante, ainda. A terra ainda \u00e9 comparativamente, \u00e0s demais regi\u00f5es do pa\u00eds, mais baratas. Existe, comparativamente a outras op\u00e7\u00f5es na agropecu\u00e1ria para o produtor, sobretudo porque o leite traz ganhos, at\u00e9 quinzenais, a carne seria anual. O clima \u00e9 uma barreira para outras op\u00e7\u00f5es seja na agricultura que mesmo para pecu\u00e1ria, at\u00e9 porque os investimentos requeridos s\u00e3o menores seja em capital de giro que de investimentos, por exemplo, comparativamente \u00e0 avicultura, suinocultura.<\/p>\n\n\n\n<p>A evolu\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica no plantio de palma adensada faz parte dos lados positivos que permite a pecu\u00e1ria evoluir, fornece um alimento rico, sobretudo em sais minerais. A forma\u00e7\u00e3o de pastagens capim buffel e mesmo capim capia\u00e7u \u00e9 crescente.<\/p>\n\n\n\n<p>Os grandes produtores cada vez mais utilizam os compost barns e o que tem sido um sucesso. Em certas regi\u00f5es da Para\u00edba o algod\u00e3o est\u00e1 sendo produzido, talvez melhor que no passado quando o algod\u00e3o era uma op\u00e7\u00e3o. Hoje sua produ\u00e7\u00e3o beneficia a pecu\u00e1ria, como ra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Produzir entre 50 e 100 litros por dia, \u00e9 muitas das vezes melhor que ir morar na cidade, na maioria das vezes desconhecida e mais dif\u00edcil em todos os sentidos sociais e econ\u00f4micos, para uma sobreviv\u00eancia digna que o sertanejo tem de sobra, ainda que muitas vezes humilde.<\/p>\n\n\n\n<p>Esse produtor com assist\u00eancia t\u00e9cnica apropriada, com est\u00edmulos seja privado ou p\u00fablico, apresenta grande resposta em termos de volume e de qualidade da produ\u00e7\u00e3o. Portanto, alimenta\u00e7\u00e3o para o rebanho, assist\u00eancia t\u00e9cnica; gen\u00e9tica seja via insemina\u00e7\u00e3o artificial e na pior das hip\u00f3teses, mesmo com tourinhos mais especializados; financiamento condizentes as necessidades de uma agricultura familiar, s\u00e3o fatores que precisam ser potenciados e podem garantir uma crescente produ\u00e7\u00e3o, com qualidade.<\/p>\n\n\n\n<p>Ora, o Nordeste \u00e9 importador l\u00edquido para seu abastecimento de l\u00e1cteos, uma popula\u00e7\u00e3o de cerca de 54% da popula\u00e7\u00e3o brasileira para consumir l\u00e1cteos e ainda com grande fluxo tur\u00edstico durante muitos meses do ano.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o demorou muito e as Empresas de Latic\u00ednios locais se deram conta e come\u00e7aram a crescer em todos os sentidos, temos o Latic\u00ednio Belo Vale \u2013 produtos Isis, cresce e leva seus produtos para outros estados al\u00e9m da Para\u00edba, chegando em Fortaleza e Pernambuco.<\/p>\n\n\n\n<p>Os Latic\u00ednios Leite Clan e Latic\u00ednio Jucurutu, no Rio Grande do Norte, com excelente produ\u00e7\u00e3o de queijos manteigas, coalhada, iogurte e outros produtos.<\/p>\n\n\n\n<p>Em Pernambuco, o Latic\u00ednio Bom Leite, cresce continuamente as suas linhas de produtos. Em Alagoas, o latic\u00ednio Palmeiras dos \u00cdndios, vale dourado, \u00e9 uma tradi\u00e7\u00e3o que oferta variedades regionais.<\/p>\n\n\n\n<p>Em Sergipe, recentemente o Latic\u00ednio Damare, original do Esp\u00edrito Santo \u2013 chegou assumindo plantas de leite desativadas, colocando-a para produzir l\u00e1cteos diversos de qualidade.<\/p>\n\n\n\n<p>No sudoeste da Bahia tem o Latic\u00ednio Leitiss\u00edmo, gerenciada por produtores originais da Nova Zelandia que desenvolveram na regi\u00e3o uma produ\u00e7\u00e3o de leite a pasto, abastece mercados importantes, como Bras\u00edlia, Salvador, dentre outros, com seus leites e derivados.<\/p>\n\n\n\n<p>No Sul da Bahia se encontra o Latic\u00ednio Davaca que produz excelentes queijos, manteiga, dentre outros produtos l\u00e1cteos em uma diversificada linha de produtos, presentes em praticamente todos os mercados do Nordeste e em outras regi\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>Em Alagoinhas, na Bahia, se encontra o Latic\u00ednio Naturalgurt, especializado sobretudo em iogurtes, l\u00edder nessa linha de produtos.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m do crescimento das empresas tradicionais do Nordeste, h\u00e1 empresas regionais que se aliam com empresas tradicionais de outras regi\u00f5es e buscam alian\u00e7as estrat\u00e9gicas financeiras internacionais, como \u00e9 o caso do Latic\u00ednio Bet\u00e2nia, do Cear\u00e1 que forma uma nova empresa juntamente com o Latic\u00ednio Embar\u00e9, nascendo a Alvoar L\u00e1cteos que conta com uma alian\u00e7a estrat\u00e9gica junto a entidade financeira internacional.<\/p>\n\n\n\n<p>H\u00e1 tamb\u00e9m uma crescente presen\u00e7a em Pernambuco da empresa Lactalis, multinacional francesa, a maior produtora de l\u00e1cteos do mundo.<\/p>\n\n\n\n<p>Assim, diferentemente de um passado at\u00e9 mesmo recente, a produ\u00e7\u00e3o de leite do Nordeste tem demanda organizada pelo complexo de latic\u00ednios que est\u00e3o cada vez mais se organizando e crescendo suas linhas de produtos l\u00e1cteos. Dessa forma existe uma s\u00e9rie de est\u00edmulos que a regi\u00e3o tem para oferecer aos seus produtores e sobretudo para oferecer aos seus consumidores.<\/p>\n\n\n\n<p>A tend\u00eancia \u00e9 o Nordeste possuir cada vez mais leite, derivados, de qualidade, atendendo as necessidades seja dos produtores ou dos consumidores.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:22px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>Fonte:&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.terraviva.com.br\/noticias\/leite-no-brasil-2019-2022-nordeste-cresce-1-48852\">Terra Viva<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Nordeste vem, ao longo de d\u00e9cadas, apresentando tend\u00eancia crescente de desenvolvimento de sua produ\u00e7\u00e3o Analisando as estat\u00edsticas dos principais indicadores da produ\u00e7\u00e3o de leite, da produtividade dos rebanhos segundo dados dispon\u00edveis nas estat\u00edsticas IBGE-PPM, observa-se que as regi\u00f5es maiores produtoras, sul, sudeste e 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